A Cedae recebeu, nesta quarta-feira (12/8), representantes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) no Centro de Monitoramento Ambiental (CMA), em Botafogo. A visita foi acompanhada pelo presidente da Companhia, Rafael Rolim, pelos diretores José Ricardo Brito (Diretoria de Saneamento e Grande Operação) e Philipe Campello (Diretoria de Sustentabilidade), promotores e advogados do MPRJ e da Cedae, além de profissionais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da PUC-Rio.

Durante o encontro, os integrantes conheceram a estrutura e o funcionamento do CMA, que acompanha 24 horas por dia os principais mananciais responsáveis pelo abastecimento da Região Metropolitana do Rio.
A visita incluiu a apresentação das ferramentas usadas pela Companhia para acompanhar diferentes cenários, identificar alterações nos mananciais com antecedência e apoiar a tomada de decisão, com base em informações integradas e compartilhadas em tempo real.
A agenda faz parte do diálogo institucional entre a Companhia e o Ministério Público, e permitiu apresentar as medidas adotadas pela Cedae para o monitoramento, a fiscalização e a prevenção de eventuais ocorrências que possam afetar a qualidade da água e os sistemas de abastecimento.
Sobre o CMA
Inaugurado em junho, o CMA centraliza informações das bacias dos dois principais sistemas produtores da Cedae: Guandu e Imunana-Laranjal. A unidade recebe imagens de 36 câmeras instaladas em 14 pontos, além de dados de cerca de dez parâmetros físico-químicos obtidos por sensores flutuantes, drones e câmeras espectrais.
As informações e eventuais riscos identificados são compartilhados em tempo real com os centros de controle operacional dos sistemas. O centro também integra dados com órgãos públicos, como Defesa Civil, Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Polícia Civil, contribuindo para a atuação preventiva e respostas mais rápidas a possíveis ocorrências nos mananciais.