A CEDAE

História

O começo do saneamento básico no Rio

Após sediar o Império, o Rio de Janeiro tornou-se a capital do país, com o status de Distrito Federal, que se prolongaria até 1960, quando o centro de decisões políticas do Brasil mudou-se para Brasília. A partir dessa data, o Rio passou a ser o Estado da Guanabara, ou GB. Do outro lado da baía, Niterói era a capital do Estado do Rio de Janeiro, com pouco mais de 60 municípios.

A criação da CEDAE

Eram duas as empresas de saneamento básico da GB: Esag, Empresa de Saneamento da Guanabara, responsável pelos esgotos, e Cedag, Companhia Estadual de Águas da Guanabara, cuidando do abastecimento de água.

Em 1975, nova mudança no mapa político tornaria Guanabara e Rio de Janeiro num só Estado, como até hoje. A fusão determinou a integração das empresas de saneamento dos dois lados, juntando Cedag, Esag e Sanerj, esta última a responsável pelos serviços de água e esgotos do território fluminense. E assim nasceu a CEDAE, naquele mesmo ano.

Documentos Históricos

Guia de Manobras D’água para Incêndio do Distrito Federal

Este livro escrito e desenhado totalmente em caneta de pena, é um cadastro do sistema de abastecimento do Rio de Janeiro realizado em 1921 por João Oliveira Delphin, pelo Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.

Livro de Anotação da Característica Química da Água para Consumo Humano

Este documento é parte integrante do original (provavelmente 1890) que supõe não mais existir, onde podemos encontrar analises químicas da água destinada ao consumo humano que na época consistia basicamente do Sistema Acari através das Represas construídas no período do império.

Planta Cadastral do Sistema de Esgoto do Rio de Janeiro de 1878

“Bacalhau”; assim é conhecido o conjunto de plantas que fazem parte do Sistema Cadastral de Esgoto do Rio de Janeiro, confeccionadas em 1878, pelo então engenheiro Gotto, da “ Rio de Janeiro City Improvments Company”.

A evolução da cobrança do consumo de água

Do século XIX até meados do século XX, a cobrança do consumo da água distribuída à população do Rio de Janeiro sofreu várias mudanças em relação a critérios e procedimentos burocráticos. No princípio, o consumo era pago através de um imposto, recolhido em uma repartição pública em troca de um recibo manuscrito na hora.

Somente a partir do início dos anos 60, já na época da Sursan(Superintendência Regional de Saneamento do Governo do Estado da Guanabara) é que surgiria a padronização impressa do comprovante de pagamento, a chamada conta d'água. Ainda seriam necessários mais oito anos para que o pagamento dessas contas fosse feito em uma agência bancária, substituindo o guichê da tesouraria do órgão estadual. Em princípio, apenas o BEG - Banco do Estado da Guanabara, era credenciado ao recebimento, ampliando-se o credenciamento de toda uma rede bancária a partir de 1968, até os dias atuais.

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